Cajazeiras/PB sábado , 16 de outubro de 2021

Covid-19

FAKE NEWS! Informações falsas sobre lockdown na Paraíba são compartilhadas em grupos, neste domingo

Neste final de semana informações falsas sobre um “novo decreto” na Paraíba circularam pelas redes sociais. O texto atribuído ao […]

Neste final de semana informações falsas sobre um “novo decreto” na Paraíba circularam pelas redes sociais. O texto atribuído ao governo do estado da Paraíba foi enviado em centenas de grupos. O falso texto circulou rapidamente e chegou a ser marcado como mensagem ‘Encaminhada com frequência’.

Os internautas que compartilharam a notícia, usaram o link de uma matéria do Portal ‘Jornal a Página’ , e anexaram o texto enviando para os grupos, dando a entender que a notícia havia sido postada no site, o que não ocorreu.

VEJA A INFORMAÇÃO FALSA:

“Lockdown está previsto para começar, em reunião emergencial medida foi aprovada por unanimidade para inicio da restrição.

Algumas medidas que podem ser adotadas durante a restrição;

– Só ficarão abertos farmácias e estabelecimentos de saúde;

.- Os ônibus de transporte público não irão circular. A orientação é usar transporte individual como táxi e uber, que podem transportar um passageiro por vez;

– Os supermercados poderão funcionar exclusivamente por entrega em domicílio desde que permaneça com as portas fechadas e opere com até 30% de seus funcionários;

– Restaurantes não podem funcionar, nem em esquema delivery;

– Os postos de combustível irão atender exclusivamente abastecimento dos serviços públicos municipais, estaduais e federais, inclusive polícia militar;

– Será permitido a circulação de pessoas para atendimento médico, comprar medicamentos e ir trabalhar;

– Fica proibido todas as atividades comerciais, de prestação de serviços inclusive bancários e industriais, quer para o atendimento presencial, quer para a prática de atividades internas, externas, produtivas, de manutenção, de limpeza ou outra de qualquer natureza, exceto segurança;

– Estão permitidas as atividades de segurança privada e as atividades industriais cuja paralisação acarrete danos à estrutura do estabelecimento e aos respectivos equipamentos ou máquinas, bem como implique no perecimento de insumos, devendo ser implementada a máxima redução possível da produção e a máxima redução do número de funcionários no estabelecimento;

– Os serviços públicos municipais, estaduais e federais não irão funcionar, incluindo o atendimento ao público, exceto os serviços de saúde, de segurança, de justiça de urgência, de fornecimento e tratamento de água, de energia elétrica, de saneamento básico, de coleta de lixo orgânico, de telecomunicações, de assistência social, serviços funerários, cemitérios, de segurança alimentar e os serviços administrativos que lhes deem suporte.

NOTÍCIAS RECOMENDADAS
FUNCIONA
– hospital
– UPA
– serviços de saúde
– farmácias
– supermercados (apenas delivery)
– coleta de lixo
– cemitérios

NÃO FUNCIONA
– restaurantes (nem delivery)
– postos de gasolina
– bancos e lotéricas
– transporte coletivo
– escolas
– comércio de rua e shoppings
– salões de cabeleireiro e outros equipamentos de estética
– praças e parques ficam fechados
– treinos de equipes de alto rendimento esportivo

FIQUE LIGADO

Os moradores que estiverem na rua terão que justificar e deverão apresentar, além dos documentos pessoais de identificação e de comprovação de endereço residencial:

– nota fiscal da compra ou prescrição médica do medicamento adquirido ou a ser adquirido;
– atestado de comparecimento na unidade de saúde de prestação do atendimento ou socorro médico ou prescrição de medicamentos resultante do atendimento;
– carteira de trabalho, contracheque, contrato social de empresa que seja sócio, declaração de terceiro com identificação do indivíduo, do declarante e do endereço da prestação dos serviços, conforme modelos constantes nos Anexos I e II a este decreto;
– tíquete ou imagem da passagem;
– comprovação da urgência ou da necessidade inadiável por qualquer meio ou declaração própria ou de terceiro da ocorrência do fato.”

Polêmica Paraíba