Cajazeiras/PB sábado , 27 de novembro de 2021

API

O que está por trás da sórdida campanha de Walter Santos contra seu compadre João Pinto?

Há dois sentimentos que mexem muito comigo. Gratidão e injustiça. A gratidão julgo ser um dos mais belos sentimentos que […]

walter_santosHá dois sentimentos que mexem muito comigo. Gratidão e injustiça. A gratidão julgo ser um dos mais belos sentimentos que o ser humano pode nutrir por outrem. Ser grato é algo que carrego como um mantra. Injustiça por sua vez é algo mais covarde que alguém pode ser vítima. Hoje me vi cercado com esses dois sentimentos em relação a mesma pessoa. O considero um amigo e quando uma pessoa amiga nos decepciona um misto de outros sentimentos nos invade.

A introdução acima se faz necessário para justificar o questionamento do título deste texto. O que esta por trás da sórdida campanha de Walter Santos contra seu compadre João Pinto?

É isso mesmo, João Pinto, é compadre de Walter Santos, mas de repente se tornou incompetente, mentiroso e corrupto. Não sei como Walter cometeu tamanho erro de julgamento ao trazer para o seu seio familiar alguém com essas características. Na verdade, ele não cometeu esse erro, porque João Pinto não detém nenhum destas caraterísticas. Walter erra agora ao liderar uma campanha para degenerar, denegrir e sujar o nome, a reputação e a carreira do atual presidente da Associação Paraibana de Imprensa.

A despeito de uma disputa eleitoral pelo comando da API-PB, Walter decidiu romper com João Pinto quando percebeu que já não exercia tanta influência sobre o amigo e compadre.

Mas na verdade, essa história começa há três anos quando Walter impôs na chapa de João Pinto o nome da professora Sandra Moura como vice-presidente, sob a justificativa da união da Academia com o Mercado, que na verdade nunca houve, porque a professora manteve-se distante da API e do Mercado, assim como fez quando deixou jornalismo há algumas décadas para se tornar professora universitária, por méritos, mas (segundo alguns testemunhos de colegas) a partir daí costumava não cumprimentar mais os colegas do batente ao cruzar com eles pela ruas da nossa Capital.

Porém, Walter queria mais. Fazer Sandra Moura presidente da API. Ele só não contava que, talvez pela primeira vez, João Pinto lhe dissesse um não. Ele disse. Não aceitou abrir mão do seu direito de se reeleger para apoiar Sandra Moura, a indicada de Walter. Talvez João Pinto tenha cometido aí um pecado mortal.

A partir disso, o que vimos foi João Pinto demonstrar uma capacidade de articulação e aglutinação, que talvez nem ele mesmo soubesse que tinha. Walter então percebeu que, talvez, não conseguisse o êxito em sua empreitada e a partir daí deu inicio a sua campanha.

Primeiro difamar João Pinto, que era bom, bonito e cheiroso para apoiar Sandra Moura, mas se tornou “incompetente”, “mentiroso” e “corrupto”, ao se tornar favorito na disputa.

Depois judicializar o pleito com uma denuncia ridícula tirada de um estatuto caduco. O terceiro passo continuar difamando João Pinto, para que a sua mentira se tornasse verdade.

Não tenham duvidas que a Justiça vai ser feita e os associados vão ter o direito de escolher o próximo presidente da API, agora sinceramente, ainda não conseguir compreender o que pode justificar o comportamento de Walter Santos. Se apenas a busca incessante de afagar seu inflamado ego, ou se tem algo mais por trás disso tudo? Fala-se de um tal de trampolim para uma disputa maior, talvez um cargo de reitora. Como só falo daquilo que tenho certeza, não vou me aprofundar nesse tema.

Voltando aos dois sentimentos que citei no começo deste texto, não posso deixar de registrar publicamente a gratidão que tenho por Walter Santos, a quem ponho na lista de amigos, por ter aberto as portas do jornalismo para mim há 14 anos, mas ainda não apreendi a conviver com injustiça e é uma extrema injustiça a que João Pinto está sendo submetido.

 

 

Blog do Marcos Weric