Cajazeiras/PB sábado , 27 de novembro de 2021

Prisões

“Operação Déspota” prende prefeito e secretários de cidade no Piauí

Ao todo, 30 ordens judiciais foram expedidas pelo desembargador do TJ-PI Pedro Macêdo O prefeito de Redenção do Gurguéia, Delano […]

presoAo todo, 30 ordens judiciais foram expedidas pelo desembargador do TJ-PI Pedro Macêdo

O prefeito de Redenção do Gurguéia, Delano Parente (PP) foi preso na manhã desta quinta-feira (14) junto com secretários municipais e seu pai, Audemes de Sousa Nunes. As prisões se deram em decorrência da Operação Déspota, deflagrada na madrugada de hoje.

A polícia cumpre 16 manados de prisões foram expedidos em Teresina e no Sul do Piauí. Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), responsável pela operação, os presos são suspeitos de fraudes em licitações, superfaturamento, peculato, e lavagem de dinheiro.

Homens da Polícia Civil, Militar, Rodoviária Federal (PRF), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Controladoria Geral da União (CGU), estão participando das diligências.

Ao todo, foram expedidas 30 ordens judiciais. Oito mandados de prisão preventiva, oito de prisão temporária, 11 de busca e apreensão, e mais três de condução coercitiva.

O desembargador Pedro Macêdo foi o responsável por determinar as prisões. A promotora Gilvânia Alves Viana é quem acompanha a polícia nas apreensões na cidade de Redenção do Gurguéia.

Em entrevista à TV Meio Norte, o prefeito riu ao ser indagado pelo repórter sobre o motivo da prisão. “Não sei por que estou sendo preso. Não sei exatamente ainda. Um abraço lá pra cidade”, sorriu.

Além disso, há suspeitas de falsificação de documentos e desvio de recursos. Foram expedidos oito mandados de prisão preventiva, oito mandados de prisão temporária, três de condução coercitiva e onze de busca e apreensão.

Uma equipe do MPE e da CGU também fazem buscas no gabinete do prefeito e na Secretaria de Finanças, onde ficam arquivados os balancetes que comprovam os pagamentos para essas empresas fictícias.

 

De acordo com o promotor Rômulo Cordão, coordenador da Operação Déspota, a ação poderá desencadear outras investigações, já que as empresas citadas também realizaram ações fraudulentas em outros municípios.

 

Capital Terezina

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