Cajazeiras/PB segunda-feira , 17 de fevereiro de 2020

Brasil

Paraibano de Cajazeiras Leonardo Rolim assume a Presidência do INSS no lugar de Renato Rodrigues

O Paraibano Leonardo Rolim é o novo Presidente do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Natural de Cajazeiras, Leonardo José […]

O Paraibano Leonardo Rolim é o novo Presidente do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Natural de Cajazeiras, Leonardo José Rolim Guimarães, era secretário da Previdência. Ele é consultor de orçamento na Câmara dos Deputados, aprovado no concurso de 1999. Cedido ao Senado Federal, foi assessor do presidente da Comissão de Assuntos Econômicos e diretor da Assessoria Especial de Planejamento e Modernização Administrativa. Rolim é especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), e tem trabalhos publicados nas áreas de previdência e trabalho. Com 45 anos, Leonardo é irmão das Jornalistas Lena Guimarães (falecida) e Lúcia Rolim, ele possui mestrado em Administração pela Universidade de Brasília (UnB) e é graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). No Ministério do Trabalho e Emprego, foi assessor do secretário-executivo e assessor especial do ministro.

Na área acadêmica, Leonardo Rolim foi instrutor de Administração Pública na ENAP, ministrando vários cursos na área de administração pública e planejamento governamental para diversos órgãos, como a Marinha do Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz e o Governo do Estado do Ceará. Também foi professor do curso de graduação em Administração da Associação de Ensino Universitário do Distrito Federal (UDF).

Leonardo Rolim assume o cargo no lugar de Renato Rodrigues Vieira que foi demitido. Vieira foi nomeado no início do governo Jair Bolsonaro e ficou pouco mais de um ano no cargo. Desde o fim do ano passado, o INSS enfrenta do ano passado, uma crise na análise de benefícios.

Atualmente, há quase 2 milhões de pedidos de pensões e aposentadorias represados na fila. O prazo para regularizar essa situação, segundo o próprio governo, é de seis meses.

Portal CZN