Cajazeiras/PB segunda-feira , 6 de abril de 2020

Assembleia

Wallber Virgolino critica imprensa e quer instalar ‘CPI do Toco’ na ALPB

CPI do Toco/Imprensa. Essa foi a denominação usada pelo deputado estadual Wallber Virgolino (Patriotas) para defender a instalação de uma […]

CPI do Toco/Imprensa. Essa foi a denominação usada pelo deputado estadual Wallber Virgolino (Patriotas) para defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

Em suas redes sociais, além de demonstrar descontentamento com veículos de comunicação, o parlamentar garantiu que buscará assinaturas entre os demais deputados para instalar a Comissão.

Wallber publicou que “alguns sistemas de comunicação da Paraíba que se acostumaram com o dinheiro farto e fácil da CALVÁRIO”, mas não citou quais sistemas. A Operação Calvário, do Ministério Público da Paraíba, investiga o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), além de ex-secretários e deputados em relação a supostas irregularidades em contratos entre a gestão passada e organizações sociais que administraram hospitais e escolas da Paraíba.

A partir da próxima terça-feira (18), Virgolino declarou que entrará em ação para coletar as assinaturas necessárias para a instalação da CPI. ““Não é de hoje que os maus profissionais dessa área precisam de enquadramento”, escreveu.

Veja na íntegra a nota do deputado

Infelizmente, alguns sistemas de comunicação da Paraíba que se acostumaram com o dinheiro farto e fácil da CALVÁRIO, se transformaram num valhacouto de vagabundos inclinados a marginalizar quem não é marginal e a transformar corruptos em inocentes mediante paga.

Não sou de briga e se me virem agarrado com homem: são meus filhos. Sou adepto da teoria de que homem não se desmoraliza, não troco tapas, troco tiro!!!

Terça-feira irei começar a colheita das assinaturas para instaurar a CPI DO TOCO/IMPRENSA, não é de hoje que os maus profissionais dessa área precisam de enquadramento.

Terão que justificar contratos de pessoas jurídicas e físicas com entes públicos e o patrimônio incompatível com o que recebem.

Confira postagem:

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